Ano Novo, Ciclo Novo: quem quero manter, quem quero largar!
- Marisa Revez Mendes

- 4 de jan.
- 2 min de leitura

Esta (r)evolução é um momento auspicioso para olharmos para os elos de conhecidos, amizade e mesmo familiares… olhar as nossas relações sociais, investigar com curiosidade e questionar:
•Quem eu quero levar (manter) para este novo ciclo?
•Que novas pessoas pretendo atrair?
•Quais as pessoas do meu entorno que quero deixar no ciclo anterior?
Nós atraímos e somos atraídos pela mesma vibração energética.
- Quando sentimos afinidade com alguém é porque esse pessoal tem correspondência energética com o nosso campo vibracional (experiências, traumas, crenças, comportamentos adaptativos, valores).
- Quando sentimos repulsa por alguém, também há uma correspondência dessa vibração que ativa gatilhos emocionais (ativação de memórias negativas, reconhecimento de determinado comportamento do outro em alguma pessoa negativa do passado, ou em crenças e comportamentos anteriores que já foram trabalhados e modificados).
- Quando parece que nem vemos determinadas pessoas porque simplesmente é inexistente qualquer ressonância vibracional entre nós.
Mas o ponto mais importante é reconhecer que o nosso campo vibracional vai sofrendo alterações à medida que vamos trabalhando no nosso interior. Isto significa que alguém ou algo que hoje faz muito sentido na nossa vida, amanhã pode deixar de fazer sem que tenha de acontecer propriamente nada de grave. Por outro lado, se desejamos atrair para o nosso círculo social determinadas pessoas, precisamos de nos tornar primeiro nessas pessoas o mais aproximado possível, para que haja correspondência vibracional.
Assim são os ciclos da vida e os ventos da mudança. A nossa transformação interior é uma peneira sobre o que e quem fica, e sobre o que e quem sai da nossa vida. Aceitar isto com leveza e desapego, é viver no fluxo da vida, sem a dor da resistência.
Já diz o ditado: “Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.”









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